tudo sobre o Nobel da Arquitetura e todos os vencedores

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Falar em Prêmio Pritzker é mencionar um reconhecimento que mobiliza a atenção imediata de arquitetos em todo o mundo.

Considerado o “Nobel da Arquitetura”, ele é concedido anualmente para homenagear arquitetos vivos cujo trabalho combina talento, visão e compromisso.

A ideia é simples: destacar contribuições consistentes e significativas para a humanidade e para o ambiente construído, sempre guiadas pela arte da arquitetura.

A premiação revela trajetórias inspiradoras para quem aprecia a arte de projetar e construir. Por isso, preparamos este guia com tudo sobre o Prêmio Pritzker e seus vencedores.

Continue com o Archtrends para saber mais.

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Medalha dourada do Prêmio Pritzker com ornamentos em relevo, inscrições circulares e desenho central inspirado em formas orgânicasMedalha dourada do Prêmio Pritzker com ornamentos em relevo, inscrições circulares e desenho central inspirado em formas orgânicas
A medalha que carrega o espírito do Prêmio Pritzker e celebra quem transforma arquitetura em legado (Foto: Fundação Hyatt)

O que significa Pritzker?

Pritzker é o sobrenome da família norte-americana responsável pela criação e pelo financiamento do prêmio desde 1979.

A iniciativa surgiu para valorizar arquitetos que deixam contribuições duradouras por meio de obras capazes de transformar a relação das pessoas com o ambiente construído.

Com o tempo, o nome virou sinônimo de excelência e passou a representar um marco na carreira de qualquer arquiteto.

Quem é a família Pritzker?

A família Pritzker é uma das mais influentes dos Estados Unidos, com atuação histórica nos setores empresarial e filantrópico.

Ela construiu um império que inclui a rede de hotéis Hyatt e diversos investimentos em educação, cultura e inovação.

Jay e Cindy Pritzker criaram o prêmio movidos pela convicção de que a arquitetura tem força para melhorar a vida das pessoas e moldar cidades.

Desde então, a família segue apoiando a premiação por meio da Fundação Hyatt, que coordena todo o processo de indicação e seleção.

Por que o Pritzker é considerado o Nobel da Arquitetura?

O Prêmio Pritzker ganhou o apelido de “Nobel da Arquitetura” por seu prestígio internacional e pela seriedade com que avalia obras e trajetórias.

Assim como o Nobel reconhece figuras que impactam áreas como literatura e ciências, o Pritzker destaca arquitetos com produção consistente e significativa.

O júri independente, composto por nomes ligados à arquitetura, ao design e ao pensamento cultural, analisa o conjunto da obra, o impacto social, o rigor técnico e a contribuição estética do profissional.

O prêmio também é global. Ele contempla arquitetos de vários países, escolas e estilos.

Assim, destaca visões que influenciam gerações e ajudam a escrever a história da arquitetura contemporânea. Essa amplitude reforça o paralelo com o Nobel.

Como ganhar o Prêmio Pritzker?

O arquiteto não se inscreve diretamente para concorrer ao Prêmio Pritzker.

O processo começa com indicações feitas por especialistas reconhecidos no setor: críticos, acadêmicos, curadores, profissionais experientes e vencedores de edições anteriores.

A partir dessa lista, o júri avalia carreira, consistência estética, contribuições culturais e impacto social.

Os principais critérios considerados são:

  • Respeito ao ambiente construído;
  • Contribuição para a humanidade;
  • Originalidade das soluções;
  • Qualidade arquitetônica;
  • Coerência na trajetória;
  • Relevância cultural.

Cabe lembrar que o Pritzker não valoriza apenas obras icônicas. Ele reconhece profissionais que mantêm uma visão clara ao longo do tempo e desenvolvem projetos capazes de dialogar com contextos sociais, ambientais e culturais.

O vencedor recebe medalha, cerimônia oficial e passa a integrar um grupo que reúne alguns dos arquitetos mais influentes do mundo.

Vista do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, com o volume em forma de olho apoiado sobre base amarela decoradaVista do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, com o volume em forma de olho apoiado sobre base amarela decorada
O Museu Oscar Niemeyer e a ousadia que levou o primeiro brasileiro ao Prêmio Pritzker (Foto: Rafa from Brazil)

Quantos brasileiros ganharam o Pritzker?

O Brasil tem dois arquitetos laureados no Prêmio Pritzker: Oscar Niemeyer, vencedor em 1988, e Paulo Mendes da Rocha, premiado em 2006.

Niemeyer levou a arquitetura brasileira ao cenário internacional com curvas, monumentalidade e uma visão plástica que redefiniu o modernismo.

Paulo Mendes da Rocha, por sua vez, destacou-se por uma arquitetura direta, estruturada e profundamente conectada à vida urbana.

Quais arquitetos já ganharam o Prêmio Pritzker?

Falar sobre os vencedores do Prêmio Pritzker é atravessar diferentes modos de imaginar o espaço e de entender como a arquitetura acompanha a evolução das sociedades.

Cada laureado representa um capítulo dessa narrativa, que começa com a ousadia moderna de Philip Johnson e se estende até visões contemporâneas como as de Riken Yamamoto e Liu Jiakun.

A seguir, veja a lista completa com todos os arquitetos que já foram honrados com o Prêmio Pritzker, desde 1979 até 2025.

1979 – Philip Johnson (Estados Unidos)

Retrato em preto e branco de Philip Johnson jovem, usando traje formal com gravata branca, iluminado parcialmente enquanto olha para a câmeraRetrato em preto e branco de Philip Johnson jovem, usando traje formal com gravata branca, iluminado parcialmente enquanto olha para a câmera
Philip Johnson (1906-2005) no início da carreira, antes de se tornar o primeiro arquiteto a receber o Prêmio Pritzker (Foto: Carl Van Vechten)

Primeiro vencedor do prêmio, Philip Johnson marcou a arquitetura moderna e pós-moderna.

A sua Glass House redefiniu o papel da transparência e do minimalismo em residências.

Da mesma forma, o trabalho como curador do MoMA ajudou a consolidar o modernismo nos EUA.

1980 – Luis Barragán (México)

Retrato em preto e branco de Luis Barragán sentado, usando camisa escura e lenço no pescoço, olhando diretamente para a câmera com expressão tranquilaRetrato em preto e branco de Luis Barragán sentado, usando camisa escura e lenço no pescoço, olhando diretamente para a câmera com expressão tranquila
Luis Barragán (1902-1988), o mestre das cores e da poesia espacial que levou o México ao Prêmio Pritzker (Foto: Tomjc.55)

Barragán introduziu uma arquitetura emocional, com cores intensas, planos geométricos e jardins contemplativos.

A obra do artista é celebrada pela delicadeza poética e pelo diálogo profundo com a cultura mexicana.

1981 – James Stirling (Reino Unido)

James Stirling em fotografia colorida, vestindo camisa azul e gravata estampada, olhando para o lado em ambiente interno iluminadoJames Stirling em fotografia colorida, vestindo camisa azul e gravata estampada, olhando para o lado em ambiente interno iluminado
James Stirling (1926-1992), o arquiteto britânico que reinventou linguagens e recebeu o Prêmio Pritzker pelo impacto de suas ideias (Foto: Gorup de Besanez)

Stirling transitou do brutalismo ao pós-modernismo, trazendo importantes contribuições para a arquitetura.

Isso porque ele desenvolveu projetos que combinam expressão formal e engenhosidade técnica, sempre com forte presença urbana e espacial.

1982 – Kevin Roche (Estados Unidos)

Retrato em preto e branco de Kevin Roche, de perfil, usando camisa listrada e olhando levemente para a direita com expressão serenaRetrato em preto e branco de Kevin Roche, de perfil, usando camisa listrada e olhando levemente para a direita com expressão serena
Kevin Roche (1922-2019), o arquiteto que uniu elegância moderna e visão corporativa em projetos premiados pelo Pritzker (Foto: Linda Scinto)

Roche desenvolveu edifícios corporativos, culturais e acadêmicos que valorizam fluidez espacial.

A carreira do arquiteto norte-americano reflete compromisso com funcionalidade e inovação construtiva.

1983 – I. M. Pei (China/Estados Unidos)

I. M. Pei e Itzhak Perlman observando atentamente uma maquete do Centro de Convenções de Nova York, ambos com a mão no queixo, enquanto miniaturas de bandeiras, veículos e prédios compõem o modelo arquitetônicoI. M. Pei e Itzhak Perlman observando atentamente uma maquete do Centro de Convenções de Nova York, ambos com a mão no queixo, enquanto miniaturas de bandeiras, veículos e prédios compõem o modelo arquitetônico
I. M. Pei (1917-2019) e o violinista Itzhak Perlman diante da maquete do Centro de Convenções de Nova York, compartilhando um momento de criação e curiosidade (Foto: Bernard Gotfryd)

Pei é símbolo da clareza geométrica e da elegância estrutural nos projetos arquitetônicos.

A Pirâmide do Louvre e museus como a National Gallery East Wing ilustram a sua capacidade de unir tradição e modernidade.

1984 – Richard Meier (Estados Unidos)

Retrato colorido de Richard Meier usando terno escuro, camisa branca e gravata azul, com óculos redondos e expressão séria enquanto olha levemente para o ladoRetrato colorido de Richard Meier usando terno escuro, camisa branca e gravata azul, com óculos redondos e expressão séria enquanto olha levemente para o lado
Richard Meier, o arquiteto do branco luminoso que marcou o Prêmio Pritzker com sua clareza formal (Foto: David Shankbone)

Meier ficou conhecido pelo branco luminoso e pelo rigor compositivo.

Projetos como o Getty Center sintetizam uma busca por pureza formal e integração com a paisagem.

1985 – Hans Hollein (Áustria)

Hans Hollein (1934-2014), o arquiteto austríaco que uniu arte, design e imaginação para conquistar o Prêmio Pritzker (Foto: Sebastian Wallroth)

Hollein trabalhou com arquitetura, design e arte.

Ele desenvolveu projetos culturais e comerciais que exploram materiais, escala e identidade urbana.

1986 – Gottfried Böhm (Alemanha)

Retrato colorido de Gottfried Böhm já idoso, sorrindo enquanto usa casaco grosso e cachecol, sentado em poltrona laranja diante de parede claraRetrato colorido de Gottfried Böhm já idoso, sorrindo enquanto usa casaco grosso e cachecol, sentado em poltrona laranja diante de parede clara
Gottfried Böhm (1920-2021), o arquiteto alemão que uniu emoção, estrutura e espiritualidade para conquistar o Prêmio Pritzker (Foto: Elke Wetzig)

Reconhecido por igrejas e edifícios comunitários, Böhm integrou concreto, tradição alemã e espiritualidade.

O laureado de 1986 também é reconhecido por sua grande sensibilidade para luz e volume.

1987 – Kenzo Tange (Japão)

Retrato antigo de Kenzo Tange em tom esverdeado, vestindo terno escuro e cachecol xadrez, segurando uma câmera fotográfica enquanto olha calmamente para a câmeraRetrato antigo de Kenzo Tange em tom esverdeado, vestindo terno escuro e cachecol xadrez, segurando uma câmera fotográfica enquanto olha calmamente para a câmera
Kenzo Tange, o arquiteto que uniu tradição japonesa e modernismo internacional para transformar a arquitetura do pós-guerra (Foto: Theodore Christopher)

Tange uniu modernismo e estética japonesa, influenciando gerações no pós-guerra.

Ele projetou ícones públicos e trabalhou com novos paradigmas urbanísticos, que foram essenciais para a arquitetura moderna.

1988 – Gordon Bunshaft (Estados Unidos) e Oscar Niemeyer (Brasil)

Retrato em preto e branco de Gordon Bunshaft usando terno escuro, camisa branca e gravata, olhando levemente para o lado com expressão sériaRetrato em preto e branco de Gordon Bunshaft usando terno escuro, camisa branca e gravata, olhando levemente para o lado com expressão séria
Gordon Bunshaft (1909-1990), o nome por trás de uma nova era da arquitetura corporativa moderna nos Estados Unidos (Foto: Hulton Archive)

Gordon Bunshaft foi uma das principais referências da arquitetura corporativa moderna nos Estados Unidos.

Com edifícios que adotam linhas precisas e soluções estruturais claras, ele criou uma estética que influenciou a paisagem urbana norte-americana ao longo do século XX.

Retrato colorido de Oscar Niemeyer sentado, apoiando o rosto na mão, usando roupa escura e olhando para o lado com expressão contemplativaRetrato colorido de Oscar Niemeyer sentado, apoiando o rosto na mão, usando roupa escura e olhando para o lado com expressão contemplativa
Oscar Niemeyer (1907-2012), o arquiteto que levou as curvas brasileiras ao mundo e se tornou o primeiro brasileiro laureado pelo Prêmio Pritzker (Foto: Roger Pic)

Oscar Niemeyer, por sua vez, consolidou o modernismo brasileiro no cenário internacional por meio de curvas marcantes, liberdade formal e monumentalidade.

Ele criou obras emblemáticas que ganharam projeção mundial, com Brasília como seu exemplo mais conhecido.

1989 – Frank Gehry (Canadá/Estados Unidos)

Frank Gehry sentado diante de um computador durante evento em Toronto, usando óculos e casaco escuro, olhando para a câmera com leve sorriso enquanto o letreiro “Toronto” aparece ao fundoFrank Gehry sentado diante de um computador durante evento em Toronto, usando óculos e casaco escuro, olhando para a câmera com leve sorriso enquanto o letreiro “Toronto” aparece ao fundo
Frank Gehry (1929-2025), o arquiteto das formas ousadas, em um encontro público que reflete sua trajetória inovadora premiada pelo Pritzker (Foto: City of Toronto Archives)

Frank Gehry transformou a arquitetura contemporânea com formas esculturais e superfícies metálicas.

O Guggenheim Bilbao, por exemplo, redefiniu a relação entre arte, cidade e economia.

1990 – Aldo Rossi (Itália)

Retrato em preto e branco de Aldo Rossi apoiado sobre uma mesa, usando terno e gravata, olhando diretamente para a câmera com expressão sériaRetrato em preto e branco de Aldo Rossi apoiado sobre uma mesa, usando terno e gravata, olhando diretamente para a câmera com expressão séria
Aldo Rossi (1931-1997), o pensador da memória urbana que levou a teoria arquitetônica ao centro do Prêmio Pritzker (Foto: fotógrafo desconhecido)

Aldo Rossi estudou memória urbana, tipologias e a permanência das formas, destacando a importância das camadas históricas na compreensão das cidades.

Desenvolveu projetos que unem abstração e referências históricas reinterpretadas, com destaque para o Cemitério de San Cataldo.

1991 – Robert Venturi (Estados Unidos)

Retrato colorido de Robert Venturi já idoso, usando óculos redondos e camisa azul clara, olhando para a câmera com expressão serena enquanto está ao ar livreRetrato colorido de Robert Venturi já idoso, usando óculos redondos e camisa azul clara, olhando para a câmera com expressão serena enquanto está ao ar livre
Robert Venturi (1925-2018), o arquiteto que abriu caminho para o pós-modernismo e redefiniu o pensamento crítico na arquitetura (Foto: Todd Sheridan)

Venturi ficou conhecido por desafiar o modernismo ao afirmar que a arquitetura poderia abraçar contradições, símbolos e complexidade.

Ele desenvolveu projetos que exploram ironia, ambiguidade e comunicação visual, incorporando elementos do cotidiano à composição arquitetônica.

1992 – Álvaro Siza (Portugal)

Retrato colorido de Álvaro Siza já idoso, usando óculos, casaco escuro e cachecol bege, olhando suavemente para a câmera em ambiente internoRetrato colorido de Álvaro Siza já idoso, usando óculos, casaco escuro e cachecol bege, olhando suavemente para a câmera em ambiente interno
Álvaro Siza, o mestre português da precisão poética que transformou o cotidiano em arquitetura premiada (Foto: Manuel de Sousa)

Álvaro Siza construiu uma carreira marcada por formas claras, volumes precisos e uma sensibilidade que integra arquitetura e lugar.

Os seus projetos carregam atenção ao gesto mínimo, à escala humana e ao percurso que conduz o olhar. Cada obra parece crescer do terreno, com naturalidade e cuidado.

1993 – Fumihiko Maki (Japão)

Retrato colorido de Fumihiko Maki já idoso, usando terno escuro, camisa azul clara e óculos, olhando para a câmera com expressão tranquila em ambiente iluminadoRetrato colorido de Fumihiko Maki já idoso, usando terno escuro, camisa azul clara e óculos, olhando para a câmera com expressão tranquila em ambiente iluminado
Fumihiko Maki (1928-2024), o arquiteto da leveza urbana que uniu tecnologia, espaço público e elegância (Foto: Jean Baptiste Paris)

Fumihiko Maki dedicou-se a unir tecnologia, urbanismo e leveza arquitetônica. Ele explorou novas técnicas construtivas sem abandonar clareza e ordem.

Maki produziu obras que integram espaços públicos, praças e circulações, reforçando o papel da arquitetura como conector social.

1994 – Christian de Portzamparc (França)

Retrato colorido de Christian de Portzamparc durante entrevista, usando blazer cinza e camisa clara, falando enquanto ao fundo aparecem imagens de edifícios modernos em tons de azulRetrato colorido de Christian de Portzamparc durante entrevista, usando blazer cinza e camisa clara, falando enquanto ao fundo aparecem imagens de edifícios modernos em tons de azul
Christian de Portzamparc, o arquiteto que transformou a cidade em instrumento de composição e levou o Pritzker com sua visão urbana (Foto: Connaissance des Arts)

Portzamparc ganhou destaque por seu trabalho com volumetrias articuladas e pela exploração de relações sociais no espaço urbano.

Além de conjuntos urbanos, projetou escolas de música, museus e instituições culturais que refletem preocupação com escala e ritmo.

1995 – Tadao Ando (Japão)

Retrato em preto e branco de Tadao Ando, iluminado parcialmente contra fundo escuro, usando traje formal claro e olhando para a distância com expressão serenaRetrato em preto e branco de Tadao Ando, iluminado parcialmente contra fundo escuro, usando traje formal claro e olhando para a distância com expressão serena
Tadao Ando, o mestre da luz e do concreto que transformou silêncio e espiritualidade em arquitetura (Foto: Christopher Schriner)

A obra de Tadao Ando caracteriza-se pelo domínio do concreto aparente, da luz natural e da espacialidade contemplativa.

Ele demonstra como simplicidade pode produzir intensidade, dando origem a espaços que promovem pausa, reflexão e conexão com o entorno.

1996 – Rafael Moneo (Espanha)

Retrato colorido de Rafael Moneo sorrindo ao ar livre, usando óculos, terno escuro e gravata estampada, apoiando a mão na cabeça enquanto se inclina levemente para o ladoRetrato colorido de Rafael Moneo sorrindo ao ar livre, usando óculos, terno escuro e gravata estampada, apoiando a mão na cabeça enquanto se inclina levemente para o lado
Rafael Moneo, o arquiteto que aproximou tradição e modernidade com elegância e sensibilidade (Foto: Germán Saiz)

Rafael Moneo articula tradição e contemporaneidade, com projetos que respeitam pré-existências urbanas e culturais.

A abordagem de Moneo reforça a continuidade histórica das cidades e a importância do diálogo entre edifício e contexto.

1997 – Sverre Fehn (Noruega)

Retrato em preto e branco de Sverre Fehn jovem, sentado à mesa de desenho com lápis na mão, vestindo camisa, gravata e suéter de zíper, olhando diretamente para a câmera com expressão tranquilaRetrato em preto e branco de Sverre Fehn jovem, sentado à mesa de desenho com lápis na mão, vestindo camisa, gravata e suéter de zíper, olhando diretamente para a câmera com expressão tranquila
Sverre Fehn (1924-2009), o arquiteto norueguês que transformou luz, madeira e concreto em poesia espacial premiada pelo Pritzker (Foto: Teigens Fotoatelier)

Fehn desenvolveu a arquitetura profundamente ligada à paisagem nórdica. Trabalhou madeira, concreto e vidro de forma equilibrada, criando edifícios que exploram luz fria, texturas e relações sutis com o território.

De tal forma, valorizou pausa, silêncio e a presença da natureza como parte integral da arquitetura.

1998 – Renzo Piano (Itália)

Retrato colorido de Renzo Piano já idoso, usando óculos, paletó xadrez, camisa clara e gravata verde, olhando suavemente para a câmera em fundo neutroRetrato colorido de Renzo Piano já idoso, usando óculos, paletó xadrez, camisa clara e gravata verde, olhando suavemente para a câmera em fundo neutro
Renzo Piano, o artesão da leveza e da precisão que reinventou a arquitetura tecnológica (Foto: Cirone-Musi)

Renzo Piano construiu carreira orientada à leveza tecnológica, precisão construtiva e transparência.

Desde o Centre Pompidou, realizado em parceria com Richard Rogers, a sua obra explora estruturas aparentes, soluções sustentáveis e integração urbana.

1999 – Norman Foster (Reino Unido)

Norman Foster falando em um púlpito transparente, usando terno risca de giz e gravata verde, gesticulando enquanto se dirige ao público em ambiente iluminadoNorman Foster falando em um púlpito transparente, usando terno risca de giz e gravata verde, gesticulando enquanto se dirige ao público em ambiente iluminado
Norman Foster, o visionário do high-tech, em um momento público que reflete a elegância e rigor que o levaram ao Prêmio Pritzker (Foto: bigbug21)

Norman Foster liderou a consolidação da arquitetura high-tech, incorporando materiais avançados, sistemas inteligentes e conceitos de eficiência energética.

Com obras como o Reichstag e o Gherkin, Foster redefine a relação entre transparência, estrutura e sustentabilidade.

2000 – Rem Koolhaas (Holanda)

Koolhaas se destacou como pensador e arquiteto, articulando novos discursos sobre metrópoles, densidade, fluxos e programas híbridos.

O arquiteto holandês valoriza imprevisibilidade e tensão, resultando em obras que expandem limites do que a arquitetura pode comunicar.

2001 – Jacques Herzog e Pierre de Meuron (Suíça)

A dupla Herzog & de Meuron investiga materiais, superfícies e texturas com profundidade.

Projetos como a Tate Modern mostram habilidade de trabalhar pré-existências, ampliando potencial de edificações industriais e culturais.

2002 – Glenn Murcutt (Austrália)

Retrato de Glenn Murcutt em pé, usando camisa branca com bolso contendo papéis; ele olha para a câmera em um ambiente interno iluminado de forma suaveRetrato de Glenn Murcutt em pé, usando camisa branca com bolso contendo papéis; ele olha para a câmera em um ambiente interno iluminado de forma suave
Glenn Murcutt, o arquiteto que fez da luz, do clima e da paisagem seus parceiros de projeto (Foto: fotógrafo desconhecido)

Murcutt desenvolveu arquitetura climática, ventilada e vinculada ao território australiano.

Com o lema “touch the earth lightly”, produz edifícios leves, funcionais e adaptados ao ambiente.

2003 – Jørn Utzon (Dinamarca)

Fotografia em preto e branco de Jørn Utzon em pé diante de um painel com desenhos geométricos curvos; ele veste terno claro, segura um compasso grande e sorri levemente para o ladoFotografia em preto e branco de Jørn Utzon em pé diante de um painel com desenhos geométricos curvos; ele veste terno claro, segura um compasso grande e sorri levemente para o lado
Jørn Utzon (1918-2008), o visionário que transformou curvas em símbolo global com a Ópera de Sydney (Foto: Store Norske Leksikon)

Jørn Utzon ganhou reconhecimento mundial com a Ópera de Sydney, obra que combina engenharia ousada e forma escultórica.

Ao longo da carreira, desenvolveu edifícios que integram materiais naturais e gestos marcantes, reforçando a relação entre arquitetura e geografia.

2004 – Zaha Hadid (Iraque / Reino Unido)

Fotografia em preto e branco de Zaha Hadid em pé diante de uma maquete arquitetônica de linhas curvas; ela usa um casaco escuro e olha para a câmera com expressão serenaFotografia em preto e branco de Zaha Hadid em pé diante de uma maquete arquitetônica de linhas curvas; ela usa um casaco escuro e olha para a câmera com expressão serena
Zaha Hadid in Heydar Aliyev Cultural center in Baku nov 2013 (Foto: Dmitry Ternovoy)

Zaha Hadid marcou a história ao apresentar geometrias fluidas, dinamismo e ruptura com convenções ortogonais.

Os projetos da arquiteta exploram curvas, superfícies contínuas e ambientes que parecem transformar-se no caminhar.

2005 – Thom Mayne (Estados Unidos)

Thom Mayne sentado diante de uma mesa, falando e gesticulando enquanto explica conceitos; atrás dele há um quadro-negro cheio de diagramas estruturais coloridos e anotações técnicasThom Mayne sentado diante de uma mesa, falando e gesticulando enquanto explica conceitos; atrás dele há um quadro-negro cheio de diagramas estruturais coloridos e anotações técnicas
Thom Mayne em aula, no traço enérgico que conecta projeto, provocação e processo (Foto: EEJCC)

Thom Mayne produziu edifícios públicos e institucionais marcados por fragmentação formal e complexidade espacial.

Ele conta com uma obra que se destaca por intensidade estrutural e pela força da organização interna.

2006 – Paulo Mendes da Rocha (Brasil)

Paulo Mendes da Rocha sentado em uma poltrona moderna durante o Archtrends Summit 2020, segurando um microfone e gesticulando enquanto fala; ao fundo há janelas amplas com luz natural e elementos do espaço expositivoPaulo Mendes da Rocha sentado em uma poltrona moderna durante o Archtrends Summit 2020, segurando um microfone e gesticulando enquanto fala; ao fundo há janelas amplas com luz natural e elementos do espaço expositivo
Paulo Mendes da Rocha (1928-2021) no Archtrends Summit 2020, pensando alto sobre o futuro que construímos (Foto: Archtrends)

Paulo Mendes da Rocha valorizou estrutura, espaço coletivo e vida urbana em museus, ginásios e edifícios públicos.

O seu trabalho integra domínio técnico e visão de cidade, reforçando o papel social da arquitetura.

2007 – Richard Rogers (Itália/Reino Unido)

Retrato de Richard Rogers sorrindo, usando uma camisa verde vibrante, em fundo claro; a imagem destaca seu semblante amigável e a iluminação uniforme que valoriza o rostoRetrato de Richard Rogers sorrindo, usando uma camisa verde vibrante, em fundo claro; a imagem destaca seu semblante amigável e a iluminação uniforme que valoriza o rosto
Richard Rogers (1933-2021), referência do high-tech e do urbanismo voltado às pessoas (Foto: Andrew Zuckerman)

Richard Rogers desenvolveu arquitetura com sistemas aparentes, estruturas expostas e soluções que conferem transparência funcional.

Além disso, ele valorizou e perpetuou a ideia de edifício como organismo vivo e adaptável.

2008 – Jean Nouvel (França)

Jean Nouvel em foto preto e branco, gesticulando enquanto fala; ele veste roupa escura e aparece em ambiente iluminado, com expressão concentrada e mãos em movimentoJean Nouvel em foto preto e branco, gesticulando enquanto fala; ele veste roupa escura e aparece em ambiente iluminado, com expressão concentrada e mãos em movimento
Jean Nouvel, mestre das formas esculturais e da interação entre luz e arquitetura (Foto: Christopher Ohmeyer)

Jean Nouvel cria edifícios que exploram luz, materialidade e clima.

Ele desenvolve fachadas responsivas, jogos de sombra e soluções que refletem especificidades culturais.

Nouvel busca propor experiências sensoriais e narrativas espaciais.

2009 – Peter Zumthor (Suíça)

Peter Zumthor em frente a um fundo azul, usando óculos escuros e roupa leve; ele segura um celular e alguns papéis, com expressão tranquila e olhar atentoPeter Zumthor em frente a um fundo azul, usando óculos escuros e roupa leve; ele segura um celular e alguns papéis, com expressão tranquila e olhar atento
Peter Zumthor, referência da arquitetura sensorial e da atmosfera construída (Foto: KovacsDaniel)

Zumthor valoriza percepção, silêncio e textura material.

Os seus edifícios produzem experiências de imersão, estimulando introversão e presença.

2010 – Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa (Japão)

Kazuyo Sejima fala com gestos amplos enquanto Ryue Nishizawa a observa; ambos estão sentados em um espaço iluminado, com móveis minimalistas ao fundoKazuyo Sejima fala com gestos amplos enquanto Ryue Nishizawa a observa; ambos estão sentados em um espaço iluminado, com móveis minimalistas ao fundo
Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, duo do SANAA conhecido pela leveza e transparência na arquitetura (Foto: Metalocus)

O SANAA, estúdio formado por Sejima e Nshizawa, desenvolve espaços leves, transparentes e fluidos.

A dupla explora luz difusa, superfícies delicadas e conexões sutis entre interior e exterior. Seus edifícios promovem clareza e leveza espacial.

2011 – Eduardo Souto de Moura (Portugal)

Retrato de Eduardo Souto de Moura em close, com expressão serena, barba grisalha e jaqueta escura sobre camisa azulRetrato de Eduardo Souto de Moura em close, com expressão serena, barba grisalha e jaqueta escura sobre camisa azul
Eduardo Souto de Moura, arquiteto português premiado por sua elegância estrutural e rigor técnico (Foto: Roberto Santorini)

Eduardo Souto de Moura constrói arquiteturas essenciais, com materiais precisos e proporção equilibrada.

Ele cria volumes puros e articulações que revelam estrutura com naturalidade. Sendo assim, desenvolve projetos que mostram maturidade técnica e leitura atenta do lugar.

2012 – Wang Shu (China)

Wang Shu sentado, usando casaco acolchoado com capuz e óculos, de mãos cruzadas, em frente a um painel com letras em chinêsWang Shu sentado, usando casaco acolchoado com capuz e óculos, de mãos cruzadas, em frente a um painel com letras em chinês
Wang Shu, referência na arquitetura chinesa contemporânea ao unir tradição e inovação (Foto: Movez)

Wang Shu recupera técnicas construtivas tradicionais chinesas, reutilizando materiais e dialogando com memória coletiva.

As obras do artista integram pátios, telhas antigas e soluções artesanais reinterpretadas.

2013 – Toyo Ito (Japão)

Toyo Ito inclinado levemente à frente durante uma apresentação, usando blazer claro e óculos, com um microfone desfocado em primeiro plano e fundo escuroToyo Ito inclinado levemente à frente durante uma apresentação, usando blazer claro e óculos, com um microfone desfocado em primeiro plano e fundo escuro
Toyo Ito em apresentação, explorando ideias que marcaram sua trajetória no Pritzker (Foto: Jerome Tobias)

Toyo Ito investiga fluidez espacial e experimentação formal combinadas à tecnologia contemporânea.

Os edifícios concebidos pelo arquiteto respondem à dinâmica da vida urbana moderna, explorando leveza e adaptação constante.

2014 – Shigeru Ban (Japão)

Retrato de Shigeru Ban sentado à mesa, usando camisa preta e relógio digital, com as mãos cruzadas e um painel verde ao fundo, transmitindo calma e foco enquanto olha para a câmeraRetrato de Shigeru Ban sentado à mesa, usando camisa preta e relógio digital, com as mãos cruzadas e um painel verde ao fundo, transmitindo calma e foco enquanto olha para a câmera
Shigeru Ban em seu ambiente de trabalho, sereno e atento, como quem transforma simplicidade em arquitetura que acolhe vidas (Foto: 日本建築師坂茂。)

Ban é reconhecido pelo trabalho com materiais alternativos, como papel e tubos de cartão, aplicados em projetos emergenciais e humanitários.

Ele desenvolve sistemas desmontáveis e de baixo custo que oferecem abrigo digno em situações críticas.

2015 – Frei Otto (Alemanha)

Frei Otto sentado, usando blazer escuro e camisa clara, sorrindo levemente em um ambiente iluminado com estantes de livros ao fundoFrei Otto sentado, usando blazer escuro e camisa clara, sorrindo levemente em um ambiente iluminado com estantes de livros ao fundo
Frei Otto (1925-2015) em um momento de serenidade, irradiando a leveza que marcou suas estruturas e sua visão de mundo (Foto: The Globe and Mail)

Frei Otto foi pioneiro em estruturas tensionadas e membranas leves, influenciando engenharia, esportes e grandes exposições.

Ele estudou formas naturais e buscou eficiência a partir de superfícies mínimas. A obra do arquiteto e engenheiro redefiniu a relação entre estrutura, material e peso.

2016 – Alejandro Aravena (Chile)

Alejandro Aravena ganhou destaque com projetos de habitação incremental, que permitem expansão executada pelos próprios moradores. A abordagem adotada fortalece autonomia e adaptação urbana.

Ele propõe soluções simples e replicáveis para reduzir desigualdades habitacionais. Sendo assim, combina pragmatismo e impacto social ao desenvolver obras voltadas ao coletivo.

2017 – Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta (Espanha)

Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta posam ao ar livre, com paisagem montanhosa ao fundo; os três sorriem levemente e usam casacos para o clima frioRafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta posam ao ar livre, com paisagem montanhosa ao fundo; os três sorriem levemente e usam casacos para o clima frio
Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta celebrando a força poética do território que inspira o estúdio RCR (Foto: The Hyatt Foundation)

O RCR Arquitectes, estúdio de propriedade de Rafael Aranda, Carme Pigem e Ramon Vilalta, explora materialidade, território e atmosfera, integrando paisagem e construção de maneira sensível.

Os projetos desenvolvidos pelo trio apresentam conexões fortes com o contexto catalão, evidenciando profundo vínculo com o lugar.

2018 – Balkrishna Doshi (Índia)

Balkrishna Doshi em auditório, usando camisa azul e colete claro, óculos de armação grossa e expressão serena enquanto conversa com o públicoBalkrishna Doshi em auditório, usando camisa azul e colete claro, óculos de armação grossa e expressão serena enquanto conversa com o público
Balkrishna Doshi, mestre da arquitetura indiana que uniu modernismo, tradição e vida comunitária (Foto: Sanyam Bahga)

Balkrishna Doshi dedicou a carreira à habitação acessível, ao ensino e a construções enraizadas em valores culturais indianos.

Ele desenvolveu bairros e instituições que fortalecem comunidade e identidade local.

2019 – Arata Isozaki (Japão)

Arata Isozaki apoiado em uma árvore, usando terno escuro com colete listrado, em frente ao pavilhão do Japão, olhando para a câmera com postura confianteArata Isozaki apoiado em uma árvore, usando terno escuro com colete listrado, em frente ao pavilhão do Japão, olhando para a câmera com postura confiante
Arata Isozaki, o visionário japonês que atravessou eras arquitetônicas com experimentação e elegância (Foto: Gian Angelo Pistoia)

Arata Isozaki trabalhou com linguagens variadas ao longo da carreira, atravessando modernismo, pós-modernismo e experimentações formais. O percurso criativo do arquiteto revela constante busca por renovação.

A atuação internacional inclui projetos de escalas distintas, sempre atentos à cultura e ao tempo histórico.

2020 – Yvonne Farrell e Shelley McNamara (Irlanda)

Yvonne Farrell e Shelley McNamara conversando e sorrindo lado a lado, em frente a um painel arquitetônico, transmitindo camaradagem e sintonia profissionalYvonne Farrell e Shelley McNamara conversando e sorrindo lado a lado, em frente a um painel arquitetônico, transmitindo camaradagem e sintonia profissional
Yvonne Farrell e Shelley McNamara, o duo irlandês cuja parceria transforma simplicidade em potência arquitetônica (Foto: Alice Clancy)

Yvonne Farrell e Shelley McNamara, fundadoras do Grafton Architects, projetam edifícios educacionais e institucionais que destacam luz natural e presença tectônica.

A arquitetura concebida pela dupla enfatiza conforto, relações sociais e papel do ambiente construído no aprendizado.

2021 – Anne Lacaton e Jean-Philippe Vassal (França)

Anne Lacaton sorri enquanto fala ao púlpito, ao lado de Jean-Philippe Vassal, que a observa com os braços cruzados em um ambiente de apresentação iluminado de forma suaveAnne Lacaton sorri enquanto fala ao púlpito, ao lado de Jean-Philippe Vassal, que a observa com os braços cruzados em um ambiente de apresentação iluminado de forma suave
Anne Lacaton e Jean-Philippe Vassal, a dupla que transforma o ordinário em potência arquitetônica com leveza e generosidade espaciais (Foto: GSAPPstudent)

Lacaton e Vassal defendem reuso e ampliação de edifícios, priorizando qualidade de vida e economia de recursos.

A prática conduzida pela dupla evita demolições e preserva estruturas existentes.

2022 – Diébédo Francis Kéré (Burkina Faso/Alemanha)

Retrato de Diébédo Francis Kéré sorrindo suavemente, usando camisa azul e um lenço escuro, diante de um fundo claro que destaca sua presença serenaRetrato de Diébédo Francis Kéré sorrindo suavemente, usando camisa azul e um lenço escuro, diante de um fundo claro que destaca sua presença serena
Retrato de Diébédo Francis Kéré sorrindo suavemente, usando camisa azul e um lenço escuro, diante de um fundo claro que destaca sua presença serena (Foto: Astrid Eckert)

Francis Kéré trabalha com técnicas tradicionais e participação comunitária, criando arquitetura adaptada ao clima africano.

Ele projeta escolas e centros culturais que estimulam cidadania e autonomia. O arquiteto demonstra como construir pode ser um ato de transformação social profunda.

2023 – David Chipperfield (Reino Unido)

David Chipperfield aparece sorrindo de braços cruzados, usando camiseta preta, com luz suave destacando seu rosto e fundo neutro que reforça o foco na expressão tranquilaDavid Chipperfield aparece sorrindo de braços cruzados, usando camiseta preta, com luz suave destacando seu rosto e fundo neutro que reforça o foco na expressão tranquila
David Chipperfield, referência da arquitetura que equilibra sobriedade, contexto e permanência com elegância discreta (Foto: Bruno Cordioli)

David Chipperfield desenvolve arquitetura silenciosa, clara e profundamente integrada ao contexto.

A estética adotada valoriza continuidade urbana e proporção.

2024 – Riken Yamamoto (Japão)

Riken Yamamoto aparece de terno escuro, camisa branca e gravata preta estampada, segurando um caderno; ele usa óculos redondos e está diante de um fundo preto e vermelho que destaca sua expressão serenaRiken Yamamoto aparece de terno escuro, camisa branca e gravata preta estampada, segurando um caderno; ele usa óculos redondos e está diante de um fundo preto e vermelho que destaca sua expressão serena
Riken Yamamoto, arquiteto que transforma convivência em princípio estrutural e faz da arquitetura um gesto de comunidade (Foto: Instituto Cervantes de Tokio)

Riken Yamamoto pesquisa formas de convivência e interação social, aproximando moradia, trabalho e vida comunitária.

Ele propõe tipologias que estimulam encontros e redes de apoio.

2025 – Liu Jiakun (China)

Liu Jiakun aparece diante de um muro de tijolos cinza, veste casaco escuro e olha diretamente para a câmera com expressão séria e contemplativaLiu Jiakun aparece diante de um muro de tijolos cinza, veste casaco escuro e olha diretamente para a câmera com expressão séria e contemplativa
Liu Jiakun, a voz que une a arquitetura chinesa contemporânea a uma poética de resistência e simplicidade (Foto: The Hyatt Foundation)

Liu Jiakun emprega sistemas construtivos simples e materiais locais, criando obras que refletem cultura regional e paisagem.

Ele desenvolve edifícios ajustados ao clima e ao cotidiano, com soluções diretas e eficientes.

Já se sente mais inspirado pelas histórias e feitos dos arquitetos vencedores do Prêmio Pritzker? Então leia agora sobre 25 nomes brasileiros de design de mobiliário e descubra como o talento nacional também transforma espaços.

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